Coluna
12/02/2016 15:16 (atualizado em 12/02/2016 15:19)

A MORTE DE ALGUÉM QUE AMAMOS

Sob o golpe de uma notícia fatal da morte de alguém que amamos muito, a gente bate a cabeça contra a parede alta e fria, morre-se um pouco junto, parece que tudo acabou ali, a dor da perda é como se estivesse saindo algo de dentro de quem o perde.

Toda a perda traz mudanças de hábito a quem perdeu. A dor de uma perda é uma cruz que, por vezes, pode ser um sinal de alerta para que nos preparemos para a salvação. “Se quiseres encontrar o Cristo sem carregar alguma cruz, poderás encontrar a cruz sem Ele”. A dor faz parte da recuperação da vida e a vida não retrocede nem se detém no dia de ontem”, porém, com Deus é possível nos encontrarmos depois.

Neste mundo somos apenas os protagonistas da dádiva de Deus, e nosso papel é multiplicar a prole, gerar e criar, e a decisão do tempo em que os que amamos permanecerão aqui, depende da vontade de Deus, e a qualquer momento poderemos retornar ao verdadeiro detentor da vida, que é o Pai.

Um dia todos devemos partir, e que bom que a saudade fica, ela vai ajudar a lembrar, até este dia, do ente querido que foi um pouco antes de nós. O ser humano é o único entre os animais que possui este privilégio de poder lembrar, pela vida inteira, de alguém que ama.

A saudade também ajuda a nos transformar e evoluir, pois tudo do que temos em nossa vida é porque saiu do contato com alguém, e as pessoas que passam por nossa vida podem deixar um rastro de amor maior e a lembrança deste amor é o sinal de Deus que no fez humanos.

Mães, não chorem pelo filho que foi, chorem por vocês e pelos que ficaram, que ainda têm que lutar pela vida. “São filhos e filhas da saudade que a vida sente de si mesma, vossos filhos não são vossos filhos, são filhos de DEUS”.

Que bom que podemos ressurgir com a morte, ela é a passagem para a plenitude da vida em Deus.  Entender isso e a grandeza de quem tem fé.

Até a próxima!

 

 

 

 

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