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01/12/2017 11:34 (atualizado em 31/12/1969 21:00)

Vigilância Sanitária promove Campanha Natal e Ano Novo sem Dengue Vigilância Sanitária promove Campanha Natal e Ano Novo sem Dengue

Mondaí 

A Vigilância Sanitária de Mondaí têm atuado fortemente junto a Secretaria Municipal de Saúde durante todo o ano, com atividades que visam conscientizar a população sobre o auto índice de focos do Aedes Aegypti, no município. Durante essa semana, os alunos do 5º ano da Escola Gessy SpierAverbeck, sob coordenação da professora Katia Schmeier, juntamente com os agentes de endemias, realizaram panfletagem em diversos locais da cidade, como no Posto de Saúde, na Praça Central e nas principais avenidas.  
A agente de endemias, Sônia Felchicher, fala da importância da colaboração da população, para a campanha. “Precisamos do envolvimento de toda comunidade, todos devem adotar um comportamento preventivo”, destaca.Até agora, a Secretaria Regional de Saúde de São Miguel do Oeste contabilizou 33 focos em Mondaí. “Por isso acrescenta-se que as campanhas de combate ao mosquito precisam ser permanentes”, complementa Sônia.  
De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária de Mondaí, o setor precisa cobrar mais reponsabilidade da população quanto ao descarte correto dos materiais recicláveis. “Todos devem estar atentos para vasos de flores dentro e fora de casa, calhas, canos de parabólicas, pneus, e quaisquer recipientes, que possam acumular águas ao redor das casas e em terrenos baldios, assim como o descarte de resíduos, é preciso que as pessoas façam a destinação correta de todo tipo de lixo, especialmente os que podem acumular água em caso de chuva, evitando assim a proliferação do mosquito da dengue”, ressalta.
  Os levantamentos de índice de infestação realizados este ano mostram que em praticamente todas as regiões os focos do mosquito Aedes aegypti estão no lixo abandonado a céu aberto, e em pratos de vasos de plantas.       Back fala das dificuldades encontradas diariamente, com relação às visitas dos agentes. “Muitas pessoas não aceitam a visita dos agentes, porém deveriam ter consciência dos riscos causados pelo vetor”, finaliza.  



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