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01/12/2017 14:19 (atualizado em 31/12/1969 21:00)

Agricultura conservacionista é incentivada no Extremo Oeste Catarinense O objetivo foi atualizar conhecimentos sobre agricultura conservacionista, manejo do solo e da água, locação e construção de terraços agrícolas e sistemas de manejo agrícola

Palmitos  

Técnicos da Epagri, da iniciativa privada, das prefeituras, das universidades e instituições de ensino das regiões de São Miguel do Oeste e Palmitos participaram, nos dias 7 e 8 de novembro, do curso Agricultura Conservacionista. O objetivo foi atualizar conhecimentos sobre agricultura conservacionista, manejo do solo e da água, locação e construção de terraços agrícolas e sistemas de manejo agrícola.
O curso foi ministrado por pesquisadores da Embrapa Trigo a 40 técnicos no Centro de Treinamento da Epagri de São Miguel do Oeste. Segundo o engenheiro-agrônomo Clístenes Antônio Guadagnin da Epagri, organizador do curso e líder do Programa Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental no Extremo Oeste, a maioria dos atuais modelos agrícolas desconsidera o manejo e a conservação do solo como o principal fator para a manutenção e aumento da produtividade agrícola. 
“A água é o principal adubo do solo e deve ficar armazenada no local onde a chuva a deposita” é o lema do pesquisador Jorge Lemainski da Embrapa Trigo para a agricultura conservacionista. Para o Pesquisador José EloirDenardin, o principal fator limitante para o aumento da produtividade agrícola brasileira é a compactação do solo, que desde de 2000 faz com todos os Estados do Brasil não superem a média histórica atingida naquele ano. “Para o superar esse desafio os três fatores fundamentais são:  manter plantas vivas (raízes) e mortas (palha) dentro e sobre o solo; realizar o cultivo em contorno e eliminar a semeadura “morro abaixo-morro acima”; e construir terraços agrícolas em nível para manter a água onde ela cai”. Esses conceitos e preceitos foram trabalhados no curso.

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